BENEFÍCIOS DO USO DO IMPLANTE COCLEAR E DO APARELHO DE AMPLIFICAÇÃO SONORA NA ORELHA CONTRALATERAL EM INDIVÍDUOS PÓS-LINGUAL

Revisão de Literatura

INTRODUÇÃO

A deficiência auditiva é um problema prevalente na população mundial podendo afetar a personalidade e o convívio social, principalmente em adultos e idosos devidos ao isolamento social, depressão e reclusão (OYANGUREN et al., 2010; BITTENCOURT et al., 2012;).

A utilização do aparelho de amplificação sonora individual (AASI) em indivíduos com deficiência auditiva de grau severo ou profundo geralmente tem poucos benefícios, em virtude da pouca informação auditiva que recebem decorrente da extensa lesão coclear (BANHARA et al., 2004). A comunicação desses indivíduos pode ser limitada, uma vez que não conseguem discriminar os sons da fala e compreender sentenças, são somente capazes de ouvir sons em alta intensidade, como: sinais de alarmes, sirenes etc. Portanto, nesses casos uma opção para aperfeiçoar as habilidades da audição e melhorar a comunicação é o implante coclear (IC) (OYANGUREN et al., 2010; BITTENCOURT et al., 2012;).

A surdez pós-lingual é adquirida após o desenvolvimento de fala (OLIVEIRA, 2005). Nesse caso, o indivíduo que é implantado tem melhor prognóstico, pois fornece a esse indivíduo a possibilidade de entrar no mundo sonoro, melhorando suas habilidades comunicativas e  favorecendo a estimulação do nervo auditivo e melhorando o retorno auditivo (SOUZA, 2013). 

Esta revisão bibliográfica teve por objetivo descrever os benefícios do uso do implante coclear e do aparelho de amplificação sonora individual na orelha contralateral em indivíduos pós-lingual.

REVISÃO DE LITERATURA

O implante coclear (IC) representa o mais importante avanço tecnológico no tratamento de deficientes auditivos com perda auditiva de grau severo e/ou profundo bilateral e que não se beneficiam com o uso de aparelhos auditivos convencionais (GOFFI et al., 2004).

O IC é um aparelho eletrônico inserido cirurgicamente na orelha interna que substitui parcialmente as funções da cóclea, transformando a energia sonora em elétrica, estimulando diretamente o nervo auditivo (RIZZI e BEVILACQUA, 2003; SILVA e ARAUJO, 2007; NASRALLA et al.,2009). 

O IC estimula o VIII par craniano por meio de eletrodos, levando a informação sonora, previamente transformada em sinais elétricos, diretamente ao nervo auditivo (GOFFI  et al., 2004). Além disso, o IC permite que a estimulação elétrica seja ajustada individualmente, de acordo com a necessidade do usuário (SILVA e ARAUJO, 2007). 

De acordo com Rizzi e Bevilacqua (2003) o IC tem uma porção interna, que fica dentro da orelha interna do paciente e uma porção externa, que é acoplada atrás do pavilhão auricular e se mantém em posição por meio de um imã. 

A cirurgia e aquisição do IC podem ser realizados na rede pública (SUS), em centros credenciados ou na rede privada através dos convênios de saúde. Todo convênio que tenha cobertura para cirurgia é obrigado a cobrir o implante coclear, pois o mesmo consta no rol de procedimentos básicos da Agência Nacional de Saúde (ANS) (SANT`ANNA et al., 2008). 

As autoras Rizzi e Bevilacqua (2003) relataram que vários são os benefícios encontrados em pacientes adultos pós-linguais usuários de IC, as mesmas explicam que a variabilidade deve-se a diferença no resíduo de células ganglionares ou elementos neurais existentes, inserção cirúrgica do dispositivo na escala timpânica e sobrevivência das estruturas neurais centrais inclusive o número de eletrodos ativados na cóclea.

Scaranello (2005) enfatiza que o principal objetivo do IC em adultos pós-linguais é aperfeiçoar os benefícios de comunicação recebidos pelo IC e melhorar as situações de comunicação prejudicadas pela deficiência auditiva devolvendo a capacidade de percepção auditiva através da reabilitação fonoaudiológica que norteará o treino das habilidades auditivas ou o treino auditivo para o desenvolvimento da percepção bem como a produção de fala e qualidade vocal desse indivíduo. De acordo com Nasralla et al., (2009), o maior benefício do paciente pós-lingual com IC é o contato auditivo com o mundo e consequentemente a melhora na comunicação. 

Sant`Anna et al. (2008) reportaram em sua pesquisa que após o IC os indivíduos citados no estudo conseguiram discriminar sons e o próprio nome em ambientes ruidosos e a uma distância significativa. Fato este, não acontecia somente com o uso do AASI. Acrescenta também que após o IC à inserção social e profissional dos indivíduos aumentaram significativamente. 

Segundo Bittencourt et al., (2012) nem todos os indivíduos submetidos ao IC conseguem se comunicar sem o apoio da leitura orofacial e falar ao telefone, relatam que em muitos casos conseguem apenas escutar sons ambientais, sinais de alarme e melhorar suas habilidades de leitura orofacial. Comprovaram, porém, que os benefícios são superiores aos com aparelhos auditivos convencionais, o que justifica a realização da cirurgia. Sendo assim, os candidatos ao IC devem ser escolhidos mediante os resultados encontrados na reabilitação fonoaudiológica e com menor tempo de privação auditiva. 

Em uma pesquisa realizada nos Estados Unidos no Departamento de Otorrinolaringologia da Universidade de Miami Miller com um grupo composto por 21 pacientes pós-linguais usuários de IC foram avaliados no pré-operatório com audiometria tonal e de discriminação da fala (teste no ruído), nos resultados encontrados após a cirurgia os pacientes submetidos experimentaram uma melhoria significativa no desempenho audiológico pós-operatório médio de tom puro e na discriminação de fala. A maioria deles foi capaz de usar o telefone e ficaram satisfeitos com o  grande benefício (ESHRAGHI et al., 2009).

De acordo com Yamaguahi e Gomez (2009) o uso do AASI contralateral ao IC foi recomendado pelo Consenso Internacional em 2005, com intuito de ser aplicado o método bimodal em pacientes com resíduo auditivo e bom desempenho do AASI usado contralateralmente ao IC.  Com a binauralidade, a percepção de palavras, localização sonora e inteligibilidade de fala melhoram significativamente nos indivíduos que apresentam essa dificuldade (YAMAGUAHI e GOMEZ, 2009).  Estes autores relatam ainda que a bimodalidade (IC e AASI na orelha contralateral) oferece ao indivíduo um melhor desenvolvimento em testes de sentenças, números e monossílabos no silêncio, enfatizando que o resíduo auditivo é importante para um bom desempenho com o AASI.  

Os resultados com IC mostram-se importantes para comunicação mesmo que o IC transmita a audição monoaural para o paciente. Portanto, alguns autores relatam que a audição unilateral seja insuficiente para os usuários do IC, uma vez que aspectos relacionados à aprendizagem, reconhecimento de fala, aumento de intensidade dos sons, localização sonora sejam supridos com o uso do dispositivo e foram baseados nestes dados que o uso do AASI contralateral ao IC foi recomendado (YAMAGUAHI e GOMEZ, 2009).

Para Melo et al., (2013) o IC unilateral oferece ao indivíduo adulto pós lingual boa compreensão de fala nas situações de silêncio, em contrapartida para compreender  a fala em situações de ruído obtém dificuldade, bem  como para perceber a música e localizar os sons. Em outro estudo, foi observada uma melhora significativa na discriminação de fonemas com a utilização do IC e AASI contralateral concomitante a leitura orofacial (BANHARA et al., 2004). Esse mesmo estudo citou que o resíduo auditivo é importante para um melhor desempenho com IC e AASI contralateral. 

A binauralidade é um fator essencial para o uso do IC associado ao AASI, melhoram a comunicação e o aprendizado proporcionando benefícios do dia a dia, pois o som fica “mais aberto”. Um estudo comparou os sujeitos da pesquisa com IC e IC associado ao AASI. Nos testes de sentenças, a média de percepção de fala em pacientes com IC isolado foi de 79%, enquanto a média de percepção de fala de pacientes com IC associado ao AASI foi de 88,1%. Os testes de monossílabos isolados mostraram médias de 37,2% e 48,7% para pacientes com IC associado ao AASI. Esses resultados mostram a importância do uso do AASI contralateral ao IC (YAMAGUAHI e GOMEZ, 2009). 

Em uma pesquisa realizada com 19 pacientes adultos do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (HCFMUSP), com deficiência auditiva neurossensorial bilateral de grau severo a profundo, usuários de IC, a média tonal do grupo usuário de IC associado ao AASI tem perfil residual audiológico médio de 101,25 dB, já os usuários que não usam o AASI contralateralmente ao IC tem perfil residual audiológico médio de 122,5dB. De fato o resíduo auditivo contralateralmente ao IC evidencia requisito importante para a bimodalidade (YAMAGUAHI e GOMEZ, 2009). 

O ruído competitivo é um obstáculo para o usuário de IC em compreender a fala, assim, com ajuda do fonoaudiólogo este poderá orientar esse usuário quanto ao uso de sistemas supressores de ruído disponíveis em seus processadores de fala e recursos tecnológicos, como o sistema de frequência modulada, uso do AASI no ouvido não implantado e IC bilateral que já demonstrou em outras pesquisas que proporciona uma melhora significativa na compreensão de fala na presença do ruído (NASCIMENTO e BEVILACQUA 2005). 

Sabemos que o resíduo auditivo é importante para o desenvolvimento da audição e habilidades auditivas do adulto pós-lingual. Cabe aos fonoaudiólogos e otorrinolaringologistas orientarem os pacientes quanto ao uso do AASI, assim mais pacientes estarão aptos ao uso do IC associado ao AASI (YAMAGUAHI e GOMEZ, 2009).

METODOLOGIA

Este estudo constitui-se de uma revisão de literatura, o levantamento bibliográfico foi realizado no período de Julho de 2013 a Abril de 2014, limitando-se a pesquisas publicadas no idioma português. A busca das referências foi realizada através do banco de dados SCIELO, LILACS, MEDLINE e periódicos nacionais.

As publicações que apresentassem a evidência entre aparelho de amplificação sonora individual e implante coclear na população com surdez pós-lingual foram incluídos no estudo.

 As palavras chave ou descritores utilizados para a pesquisa dos estudos foram: perda auditiva, implante coclear, surdez pós-lingual e aparelho de amplificação sonora individual. Ressaltamos que houve estratégias de busca específica, empregando os descritores em grupos com no mínimo duas palavras – chave.

DISCUSSÃO

É escassa na literatura nacional estudos que correlacionam os benefícios do implante coclear e aparelho auditivo na orelha contralateral. 

No presente estudo foram observadas vantagens significativas do uso AASI na orelha contralateral ao IC. Apesar de o IC devolver a capacidade de percepção auditiva ao usuário, o uso associado ao AASI beneficia aos usuários quanto à comunicação e aprendizado. Pelo fato de ser um amplificador sonoro, o aparelho auditivo necessita de uma reserva coclear suficiente para que possa haver uma boa percepção do som e da fala pelo paciente (GOFFI et al., 2004). O desenvolvimento das habilidades linguísticas e reconhecimento de fala decorrente das novas pistas auditivas estão relacionados com o período de aclimatização do AASI contralateral ao IC e ao tempo de uso das mesmas, pois a melhora será observada progressivamente (TEIXEIRA et al., 2008). 

 De acordo ao consenso Internacional de Implante Coclear bilateral e estimulação bimodal, a adaptação do AASI contralateral deve ser inserida com usuários com resíduo auditivo e bom desempenho com o AASI usado contralateralmente (YAMAGUAHI e GOMEZ, 2009).

O uso conjunto do implante coclear associado ao AASI requer que sejam ‘balanceados’ os dois dispositivos, para que o paciente tenha uma sensação auditiva equilibrada. O aparelho deve permitir o acesso a sons graves, porém sem atrapalhar o lado implantado. Para realizar o balanceamento deverão usar testes durante a reabilitação auditiva com tom puro, sons do Ling (GIORGII, 2013). O balanceamento é necessário em razão das habilidades do sistema nervoso auditivo central, em primeiro lugar a somação binaural que faz com que sons apresentados à frente são percebidos mais fortes em ambas as orelhas, e também por causa da melhora da percepção de diferenças sutis nos aspectos de intensidade e frequência através da duplicação da informação, ou seja, o chamado efeito de redundância, (GOMEZ et al., 2013).  

O paciente implantado e adaptado com o aparelho de amplificação sonora individual (AASI) na orelha contralateral tem que se sentir confortável e perceber os benefícios da adaptação bimodal. No caso contrário, ele abrirá mão do AASI e um dos seus ouvidos ficará sem estímulo auditivo.

Os autores Rizzi e Bevilacqua (2003); Scaranello, (2005) Yamaguahi e Gomez (2009); Bittencourt et al., (2012) encontraram em seus estudos que o IC é efetivo para comunicação, melhoram as habilidades auditivas conseguindo discriminar sons, compreender a fala em ambientes silenciosos e reconhecer sentenças.  

Banhara e colaboradores (2004); Yamaguahi e Gomez (2009) concordaram que o uso do AASI contralateral ao IC melhora a percepção de palavras e localização sonora. Mas somente Banhara et al., (2004) descreveram a melhora da percepção em ruído competitivo com o uso do IC juntamente com o AASI contralateral. 

 De acordo com Banhara e colaboradores (2004); Yamaguahi e Gomez (2009) o resíduo auditivo é importante para o desempenho auditivo e linguístico, nos casos dos adultos implantados pós-lingual que não se beneficiam somente do AASI convencional. Porém, os estudos de Nascimento e Bevilacqua (2005); Bittencourt et al., (2012) e Melo et al., (2013), relataram ainda que para um bom desempenho das habilidades linguísticas e auditivas é necessário não somente o resíduo auditivo como também o uso da leitura orofacial e terapia fonoaudiologica para estimulação das habilidades auditivas. 

Nos estudos pesquisados, a maioria deles relatou que após o IC os usuários demonstraram satisfação e uma melhora na qualidade de vida.

CONCLUSÃO

Após o levantamento bibliográfico encontrado a partir dos estudos incluídos nesta revisão de literatura foi possível concluir que existe consenso entre o uso do IC e AASI na orelha contralateral, pois há evidências na melhora nos aspectos relacionados à habilidade auditiva como a percepção e reconhecimento da fala, localização sonora e percepção de palavras. 

Ressaltamos que se torna necessário à realização de mais estudos que permitam análise qualitativa do uso associado entre IC e AASI na orelha contralateral.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

BANHARA, Marcos Roberto; NASCIMENTO, Leandra Tabanez; COSTA, Orozimbo Alves; BEVILACQUA, Maria Cecília. Uso combinado do implante coclear e aparelho de amplificação sonora individual em adultos. Distúrbios da Comunicação, São Paulo, 16(1), p. 27-33, abr. 2004.

BITTENCOURT, Aline Gomes; TORRES, Ana Adelina Giantomassi Della; BENTO, Ricardo Ferreira; TSUJI, Robinson Koji; BRITO, Rubens. Surdez pré- lingual: benefícios do implante coclear versus prótese auditiva convencional. Int.Arch. Otorhinolaryngol, São Paulo, v.16 n.3, p.1-6, Jul/Set. 2012.

BITTENCOURT, Aline Gomes; IKARI, Liliane Satomi; TORRE, Ana Adelina Giantomassi Della; BENTO, Ricardo Ferreira; TSUJI, Robinson Koji; NETO, Rubens Vuono de Brito. Surdez pós-lingual: benefícios do implante coclear versus prótese auditiva convencional. Rev Bras Otorrinolaringol. São Paulo, vol. 78 n. 2, p.1-5, mar/abr. 2012. 

ESHRAGHI, A A; RODRIGUEZ M; BALKANY TJ; TELISCHI FF; ANGELI S; HODGES AV; ADIL E. Cirurgia de implante coclear em pacientes com mais de 79 anos de idade. Laryngoscope. Estados Unidos, Flórida 119(6), p.1180-3, junho. 2009. 

GOFFI, Maria Valéria S; CARDOSO, Gomez Mariana; GIORGI, Sandra Guedes; SANT ANNA, Cristina G; PERALTA, Ornelas; TSUJI, Robinson Koji; CASTILHO, Arthur Menino; NETO, Rubens V. Brito; BENTO, Ricardo Ferreira. Critérios de seleção e avaliação médica e audiológica dos candidatos ao implante coclear: protocolo HC – FMUSP. Arq Inter Otorrinolaringol, vol. 8 n. 4 out/dez. 2004. 

MAGALHÃES, Ana Tereza de Matos; GOMEZ, Maria Valeria Goffi; JARDIM, Isabela; TSUJI, Robinson Koji; NETO, Rubens de Brito; BENTO, Ricardo Ferreira. Adaptação de próteses auditivas no candidato ao implante coclear. Rev CEFAC, São Paulo, v.13 n.1, p. 75-84, Jan/Fev. 2011. 

MELO Tatiana; BEVILACQUA, Maria Cecília; TANAMATI, Liege; Resultados do implante coclear bilateral em crianças e adultos: revisão de literatura. Dist Comun, São Paulo, 25(2), p.267-76, agosto. 2013. 

NASCIMENTO, Leandra Tabanez; BEVILACQUA, Maria Cecília; Avaliação da percepção da fala com ruído competitivo em adultos com implante coclear.   Rev Bras Otorrinolaringol, São Paulo, v.71 n.4, p.1-9, jul/ago.2005. 

NASRALLA, Heloisa Romeiro; GOFFI, Valéria; RIGAMONTI, Carla; PERALTA, Cristina Ornelas; TSUJI, Robinson Koji; NETO, Rubens Vuono de Brito; BENTO, Ricardo Ferreira; Condições de Personalidade Preditivas de Resultados com Implante Coclear em Pacientes Pós-linguais com Longo Tempo de Privação Auditiva. Arq Inter Otorrinolaringol, São Paulo, v.13 n.4, p.400-6, out/nov/dez, 2009.

OLIVEIRA, José Antonio A.de. Implante Coclear. Faculdade de medicina, Ribeirão Preto, 38 (3/4), jul/dez. 2005. 

OYANGUREN, Valéria; GOMEZ, Maria Valéria Goffi; TSUJI, Ricardo Ferreira Bento; NETO, Rubens Brito. Resultados audiológicos do implante coclear em idosos. São Paulo, Rev Bras Otorrinolaringol, vol.76 n.4 Jul/Ago. 2010. 

RIZZI, Flávia M.de L; BEVILACQUA, Maria Cecília; Efeitos do número e localização dos eletrodos na cóclea na percepção da fala de indivíduos pós-linguais implantados. Rev Bras Otorrinolaringol, São Paulo, 69(3), p.364-9, maio/jun. 2003. 

SANT`ANNA, Sandra Barreto Giorgi; EICHNER, Andréa Cristina de Oliveira; GUEDES, Mariana Cardoso. Benefícios do implante coclear em indivíduos adultos com surdez pré-lingual. Mundo da Saúde, São Paulo, 32(2), p.238-42, abr/jun. 2008. 

SCARANELLO, Carla Alessandra; Reabilitação auditiva pós-implante coclear. Faculdade de Medicina, Ribeirão Preto, 38(3/4), p. 273-278,jul/dez.2005. 

SILVA,Rafaela Carolina Lopez; ARAÚJO, Samantha Gomes. Os resultados do implante coclear em crianças portadoras de Neuropatia Auditiva: revisão de literatura.  Rev Soc Bras Fonoaudiol, São Paulo, v.12 n.3, Jul/Set. 2007.

SOUZA, Lourdes Bernadete Rocha. Diferenças entre parâmetros vocais em crianças usuárias de implante coclear e em crianças usuárias de aparelho de amplificação sonora individual. Ver CEFAC, São Paulo, vol. 15, n.3, p.1-5, maio/jun. 2013. 

TEIXEIRA, Cleide Fernandes; AUGUSTO Lia Giraldo da Silva; NETO, Silvio da Silva Caldas. Prótese auditiva: satisfação do usuário com sua prótese e com seu meio ambiente, São Paulo, Rev CEFAC, v.10 n.2,ago/dez. 2008.YAMAGUCHI, Cíntia Tizue; GOFFI-GOMEZ, Maria Valéria Schmidt. Perfil audiológico do usuário implante coclear e aparelho de amplificação sonora individual na orelha contralateral: resultados preliminares. Rev CEFAC, São Paulo, vol.11 n. 3, p.1-6,jul/set.2009.

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s

%d blogueiros gostam disto: