BERA e Autismo

O Transtorno do Espectro do Autismo (TEA), de acordo com a nomeação dada pelo DSM-5, antes denominado Autismo, é uma alteração neurológica que se caracteriza por comprometer a interação social, a comunicação verbal e não-verbal, levando a atrasos significativos no desenvolvimento da fala e da linguagem, e presença de comportamento restritivo e repetitivo, que tipicamenteContinuar lendo “BERA e Autismo”

ATUALIDADES SOBRE OS SISTEMAS DE CONDUÇÃO ÓSSEA

AUDIÇÃO POR CONDUÇÃO ÓSSEAO conceito de audição por condução óssea, fenômeno através do qual uma vibração pode transmitir som, foi descrito pela primeira vez por escrito em 1500 por Girolamo Cardano (MUDRY, 2011). Dispositivos rudimentares, como uma haste, foram inicialmente utilizados como dispositivos auxiliares para pessoas com perda auditiva, fornecendo um caminho para que asContinuar lendo “ATUALIDADES SOBRE OS SISTEMAS DE CONDUÇÃO ÓSSEA”

Qual a diferença entre o PEATE/BERA e o Frequência Específica

Os PEAs possibilitam avaliar a integridade funcional das vias auditivas, desde o órgão receptor periférico até o córtex cerebral. Avalia a sincronia neural do sistema nervoso até o tronco encefálico frente a um estímulo sonoro. As principais características analisadas são as latências das ondas, que é o intervalo de tempo entre a apresentação do estímulo sonoro até o aparecimento da onda. É um exame muito útil no diagnóstico diferencial de pacientes com perdas unilaterais; zumbido; perdas assimétricas; perdas cocleares x retrococleares; etc.
Agora vamos falar sobre o frequência específica. Temos dois exames importantes disponíveis clinicamente. São eles: o ToneBurst (TB) e o estado estável (ASSR). São exames eletrofisiológicos que não avaliam a integridade das vias, mas dependem da integridade dessas vias para que sejam confiáveis. Eles nos fornecem um limiar eletrofisiológico por frequência, dessa forma conseguimos ter um audiograma eletrofisiológico nas principais frequências, 500, 1000, 2000 e 4000Hz (pode ser realizado em demais frequências, depende do equipamento do exame que o profissional tem disponível).

Hero Adesivos

Em outubro de 2016, nosso filhinho Davi, então com 3 anos de idade, começou a usar aparelhos auditivos nas duas orelhas. Apesar dos aparelhos terem um design limpo e anatômico, queríamos deixá-los mais divertidos, bonitos e exclusivos, combinando com o jeito alegre e com a idade do Davi. Sendo assim, desenvolvemos vários adesivos com desenhosContinuar lendo “Hero Adesivos”

Implante Coclear em idosos

O uso de próteses auditivas (AASI) como terapêutica de reabilitação auditiva é um consenso e a melhora do desempenho cognitivo em idosos naqueles que as utilizam já foi demonstrado na literatura.5,10,20,21 Entretanto, boa parte dessa população idosa surda avançará em seu grau de perda auditiva ao ponto que não mais será eficaz o uso de AASI comum, tornando-se então, candidatos ao implante coclear. A idade, portanto, não deve ser fator limitador para a indicação ao implante coclear.22 

Quais profissionais compõem uma equipe de Implante Coclear?

De acordo com as Portarias, são exigidos infraestrutura adequada, recursos institucionais, fluxos de atendimentos e cirurgias, e uma equipe multiprofissional devidamente qualificada, mas a estruturação de um Centro de Implante Coclear deve ser adaptada à realidade de cada serviço.

Crianças usuárias de implante coclear com pais surdos: discussão sobre bilinguismo

É comum que quando essas famílias tem um filho surdo, em tempos como hoje, em que existem avanços tecnológicos, surja o interesse de pesquisar melhor sobre o IC e entender o que ele pode fornecer ao seu bebê. A possibilidade de se comunicar oralmente com o auxílio deste dispositivo é o interesse de muitos pais surdos a seus filhos.

Implante Coclear em pacientes com perda auditiva unilateral

O começo da perda auditiva unilateral costuma ser de forma abrupta e idiopático, por mínima que seja a assimetria entre as orelhas, tem o poder de proporcionar uma deficiência auditiva, principalmente no que se refere a situações com inúmeras pessoas falando ao mesmo tempo. Consequentemente, a perda total ou quase total da audição em um ouvido proporciona dificuldades na escuta na maioria das situações diárias dos sujeitos.

Audição e desenvolvimento de fala e linguagem

A audição é um dos pilares sensoriais para o desenvolvimento social como um todo – e também para a linguagem. Graças às nossas habilidades de percepção, conseguimos associar informações sensoriais que recebemos à nossa memória e cognição, de modo que formamos conceitos sobre o mundo e sobre o que acontece ao nosso redor. É assim que a linguagem se constitui: como uma gama de experiências, auditivas, visuais, táteis, somatossensoriais, que são transmitidas aos centros neurológicos, tendo como resultado significados diversos para essas vivências, que transformam esses conceitos em realidade.

Surdez súbita

A surdez súbita se caracteriza como uma surdez neurossensorial de aparecimento rápido, súbito como o próprio nome já diz. Seu acometimento é quase sempre unilateral, acompanhada de zumbidos em aproximadamente 80 por cento dos casos e de tonturas ou vertigens em quase 30 por cento das vezes.