AirPods que substituem aparelhos auditivos, eles funcionam?

Temos que a audição é um dos sentidos mais complexos do corpo humano. É por meio desta que desenvolvemos duas importantes habilidades de comunicação, a fala e a linguagem.  Quando surgem algumas queixas com relação a audição, atrapalhando o desempenho efetivo da nossa comunicação, desde os recém-nascidos até os idosos, é indicado uma visita aoContinuar lendo “AirPods que substituem aparelhos auditivos, eles funcionam?”

Implante Coclear e tontura

Pacientes com implante coclear (IC) podem sim ter tontura, sabia? A associação entre as vias auditiva e vestibular já está bem estabelecida. Estudos eletrofisiológicos histológicos, técnicas de imagem, dissecção de osso temporal e microscopia eletrônica comprovam a existência de cruzamento de fibras das vias auditiva e vestibular no final do conduto auditivo interno. Portanto, oContinuar lendo “Implante Coclear e tontura”

Psicopedagogia na educação de surdos

A psicopedagogia tem como objetivo compreender como o indivíduo aprende, suas facilidades e suas limitações, para que a partir desta análise possa intervir e ajudar o mesmo. Dentro da reabilitação auditiva, a psicopedagogia atua da mesma forma, observando as facilidades que a criança tem, para estimular o que precisa ser alcançado ou até mesmo melhorado. 

Benefícios da Bimodalidade

Atualmente os dispositivos auditivos mais utilizados na (re)habilitação auditiva são1:  – Aparelho de Amplificação Sonora Individual (AASI) – Implante Coclear (IC) No entanto, o AASI por ser um amplificador sonoro, necessita de uma reserva coclear suficiente para uma boa percepção de fala. Os indivíduos que apresentam uma perda auditiva de grau severo e/ou profundo bilateralContinuar lendo “Benefícios da Bimodalidade”

BENEFÍCIOS DO USO DO IMPLANTE COCLEAR E DO APARELHO DE AMPLIFICAÇÃO SONORA NA ORELHA CONTRALATERAL EM INDIVÍDUOS PÓS-LINGUAL

A deficiência auditiva é um problema prevalente na população mundial podendo afetar a personalidade e o convívio social, principalmente em adultos e idosos devidos ao isolamento social, depressão e reclusão (OYANGUREN et al., 2010; BITTENCOURT et al., 2012;).

A utilização do aparelho de amplificação sonora individual (AASI) em indivíduos com deficiência auditiva de grau severo ou profundo geralmente tem poucos benefícios, em virtude da pouca informação auditiva que recebem decorrente da extensa lesão coclear (BANHARA et al., 2004). A comunicação desses indivíduos pode ser limitada, uma vez que não conseguem discriminar os sons da fala e compreender sentenças, são somente capazes de ouvir sons em alta intensidade, como: sinais de alarmes, sirenes etc. Portanto, nesses casos uma opção para aperfeiçoar as habilidades da audição e melhorar a comunicação é o implante coclear (IC) (OYANGUREN et al., 2010; BITTENCOURT et al., 2012;).

Diferenças entre o Aparelho de Amplificação Sonora Individual (AASI) e Implante Coclear (IC)?

A perda auditiva pode trazer inúmeras consequências negativas para a qualidade de vida, uma vez que os indivíduos, pelas dificuldades de comunicação  enfrentadas, acabam por isolar-se do convívio familiar e social. E se essa perda  auditiva apresentar em um período mais precoce, como nas crianças, ela pode  interferir em todo o desenvolvimento de linguagem, daContinuar lendo “Diferenças entre o Aparelho de Amplificação Sonora Individual (AASI) e Implante Coclear (IC)?”

“Tenho perda auditiva nos dois ouvidos, preciso de dois aparelhos auditivos?”

A audição é um dos sentidos primordiais por permitir ao ser humano estabelecer a relação com o que o cerca.  A audição natural ocorre de forma binaural, na qual o sujeito escuta naturalmente pelas duas orelhas, este processo auxilia o indivíduo a melhor localizar a fonte sonora e compreender melhor a fala no ruído. IstoContinuar lendo ““Tenho perda auditiva nos dois ouvidos, preciso de dois aparelhos auditivos?””

O que é um Processador Externo do Implante Coclear?

O componente externo do IC é usado geralmente atrás do pavilhão auricular  e incorpora um ou mais microfones que captam o som ambiente e convertem a  informação acústica num sinal analógico. Para além do microfone, o componente  externo é ainda composto por um processador que compacta, filtra e codifica o sinal  acústico num sinal elétrico capaz de estimular os neurónios do gânglio espiral. Os  processadores de som digital atuais utilizam uma conversão de analógico para  digital. O sinal processado, que contém padrões temporais e espaciais de  estimulação, é então codificado e enviado através de um transmissor transcutâneo  por sinais de radiofrequência para um receptor de sinal, localizado no componente  interno. O componente interno é implantado cirurgicamente de forma subcutânea atrás do pavilhão auricular e o receptor de sinal vai acionar a ativação dos elétrodos  intracocleares.