A SURDEZ UNILATERAL

Há algum tempo a surdez neurossensorial unilateral não era totalmente valorizada por não causar sintomas tão aparentes, principalmente em crianças, porém sabemos que ocorrem várias implicações no dia a dia, tanto em adultos quanto em crianças. Destacamos a localização da fonte sonora, ou seja, saber de onde o som está vindo e também a discriminaçãoContinuar lendo “A SURDEZ UNILATERAL”

O quanto a saúde das nossas orelhas interfere na cognição?

Que o nosso funcionamento cognitivo é importante para efetuarmos tarefas do dia a dia e terá consequências, de uma forma geral, em todo o nosso desenvolvimento e desempenho como seres sociais e produtivos, isso já sabemos.  Mas o quanto a audição pode interferir na nossa cognição? Ao longo dos últimos anos, houve uma mudança significativaContinuar lendo “O quanto a saúde das nossas orelhas interfere na cognição?”

Fones In-Ears e a Saúde Auditiva dos Profissionais da Música

Para os profissionais da música a audição é o sentido mais valioso e se torna necessário o uso de medidas de proteção auditiva, alinhadas ao desempenho no palco. Dentre essas medidas mais avançadas de proteção auditiva, contamos com os monitores in-ears. Os monitores in-ears, são fones intra-auriculares, usados profissionalmente ​​por músicos, cantores e engenheiros deContinuar lendo “Fones In-Ears e a Saúde Auditiva dos Profissionais da Música”

PERDA AUDITIVA E COVID: O QUE SABEMOS ATÉ HOJE

Introdução: Em Dezembro 2019, os primeiros casos de Pneumonia de etiologia desconhecida foram reportadas em Wuhan, na China e avisados a Organização Mundial de Saúde. Poucos dias depois, em início de Janeiro 2020, um novo Coronavírus (19) foi identificado e os casos de acometimentos pulmonar grave chamados SARS-COV2 (Síndrome respiratória aguda grave causada pela Coronavírus).Continuar lendo “PERDA AUDITIVA E COVID: O QUE SABEMOS ATÉ HOJE”

A importância do tratamento da perda auditiva leve

O que é perda auditiva leve: A perda auditiva leve é quando o indivíduo tem os seus limiares do exame de audiometria entre 26 a 40 dB nível de audição (Lloyd e Kaplan, 1978).  Alguns sintomas que começam a aparecer quando se tem perda auditiva leve são: Dificuldade em captar os sons mais fracos eContinuar lendo “A importância do tratamento da perda auditiva leve”

Como funciona o tratamento multidisciplinar em: Psicopedagogia/Fonoaudiologia/Psicologia

A fonoaudiologia é uma ciência que atua na área da comunicação e seus distúrbios. O fonoaudiólogo garante a promoção, prevenção, avaliação, diagnóstico e intervenção quando a demanda abrange funções da audição, de equilíbrio, de linguagem, voz, etc. (CREFONO 2). Esse profissional é o responsável pela habilitação e reabilitação também quando se trata de alguma deficiênciaContinuar lendo “Como funciona o tratamento multidisciplinar em: Psicopedagogia/Fonoaudiologia/Psicologia”

Audiometria normal não é sinônimo de audição normal

Frequentemente, recebo no consultório, pacientes com exames de Audiometria tonal, vocal  e Imitanciometria dentro dos padrões de normalidade, porém com queixas de ouvir, mas não  compreender as informações auditivas, principalmente em ambientes ruidosos.   A Audiometria Tonal convencional é um exame que avalia as vias auditivas periféricas,  cujas frequências analisadas abrangem as faixas de 250 HzContinuar lendo “Audiometria normal não é sinônimo de audição normal”

BERA e Autismo

O Transtorno do Espectro do Autismo (TEA), de acordo com a nomeação dada pelo DSM-5, antes denominado Autismo, é uma alteração neurológica que se caracteriza por comprometer a interação social, a comunicação verbal e não-verbal, levando a atrasos significativos no desenvolvimento da fala e da linguagem, e presença de comportamento restritivo e repetitivo, que tipicamenteContinuar lendo “BERA e Autismo”

Qual a diferença entre o PEATE/BERA e o Frequência Específica

Os PEAs possibilitam avaliar a integridade funcional das vias auditivas, desde o órgão receptor periférico até o córtex cerebral. Avalia a sincronia neural do sistema nervoso até o tronco encefálico frente a um estímulo sonoro. As principais características analisadas são as latências das ondas, que é o intervalo de tempo entre a apresentação do estímulo sonoro até o aparecimento da onda. É um exame muito útil no diagnóstico diferencial de pacientes com perdas unilaterais; zumbido; perdas assimétricas; perdas cocleares x retrococleares; etc.
Agora vamos falar sobre o frequência específica. Temos dois exames importantes disponíveis clinicamente. São eles: o ToneBurst (TB) e o estado estável (ASSR). São exames eletrofisiológicos que não avaliam a integridade das vias, mas dependem da integridade dessas vias para que sejam confiáveis. Eles nos fornecem um limiar eletrofisiológico por frequência, dessa forma conseguimos ter um audiograma eletrofisiológico nas principais frequências, 500, 1000, 2000 e 4000Hz (pode ser realizado em demais frequências, depende do equipamento do exame que o profissional tem disponível).