Meu Filho é Surdo, e agora?

Toda gestação é repleta de expectativas. Será que vai ser menino ou menina? Vai ser parecido comigo? Terá meus olhos? O nariz do pai? Vai nascer com saúde? Após o parto são realizados diversos exames para saber das condições de saúde da criança, entre eles as EOA (emissões otoacústicas) que é popularmente conhecido como testeContinuar lendo “Meu Filho é Surdo, e agora?”

TPAC e sua relação com a otite na infância

A otite média (OM) é um quadro muito comum na infância.  Entretanto, como e o porquê dela contribuir para o Transtorno de Processamento Auditivo Central (TPAC) não é amplamente conhecido. Pesquisas recentes mostraram que a OM pode ter efeitos persistentes na via auditiva, especialmente se surge nos primeiros anos de vida. Esse artigo mostrará os impactos desse quadro no sistema auditivo e sua relação com o TPAC.

Perda Auditiva Induzida por Níveis de Pressão Sonora Elevados – PAINPSE

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS, 2022), mais de 1 bilhão de pessoas com idade entre 12 e 35 anos correm o risco de perder a audição devido à exposição prolongada e excessiva à música alta e outros sons recreativos.  A Perda Auditiva Induzida por Níveis de Pressão Sonora Elevados (PAINPSE) éContinuar lendo “Perda Auditiva Induzida por Níveis de Pressão Sonora Elevados – PAINPSE”

Implante Coclear e tontura

Pacientes com implante coclear (IC) podem sim ter tontura, sabia? A associação entre as vias auditiva e vestibular já está bem estabelecida. Estudos eletrofisiológicos histológicos, técnicas de imagem, dissecção de osso temporal e microscopia eletrônica comprovam a existência de cruzamento de fibras das vias auditiva e vestibular no final do conduto auditivo interno. Portanto, oContinuar lendo “Implante Coclear e tontura”

Utilizando da Imitanciometria na rotina da avaliação audiológica

TRANSMISSÃO DO SOM O processo de transmissão do som, a energia sonora / acústica se propaga pelo meato acústico externo e incide sobre a membrana timpânica que vibra com o mesmo padrão vibratório do estímulo sonoro, até chegar à cóclea. Porém, nem toda energia sonora que incide na membrana é absorvida, parte é refletida, oContinuar lendo “Utilizando da Imitanciometria na rotina da avaliação audiológica”

A correlação entre Doenças Metabólicas e a Audição

De acordo com World Health Organization (2022), mais de 5% da população mundial (cerca de 430 milhões de pessoas) possui algum grau de perda auditiva, afetando sua qualidade de vida. Estima-se que em até 2050 esse número chegue a 50% da população mundial, alcançando cerca de 700 milhões de pessoas. Sabe-se que as causas maisContinuar lendo “A correlação entre Doenças Metabólicas e a Audição”

Poluição sonora e decibéis: o mundo está cada vez mais barulhento e nós não nos demos conta disso

A concepção de que o ruído é um agente prejudicial à saúde auditiva para nós humanos é antiga, e remonta, desde os tempos do médico italiano Bernardino Ramazzini (1633- 1714). Consagrado como pai da Medicina do Trabalho, dedicou suas pesquisas ao estudo das doenças que atingiam o trabalhador e escreveu suas constatações em um manuscritoContinuar lendo “Poluição sonora e decibéis: o mundo está cada vez mais barulhento e nós não nos demos conta disso”

Perda Auditiva Mista

Ao falarmos de um tema tão significativo quanto a audição, é inevitável pensarmos nos tipos diferentes de tratamento que a tecnologia e as pesquisas nos forneceram nos últimos anos. Atualmente, com a gama de opções disponíveis, precisamos dominar os diagnósticos, com o objetivo de oferecer a melhor reabilitação auditiva possível aos pacientes. Toda avaliação deContinuar lendo “Perda Auditiva Mista”

PERDA AUDITIVA – UM FATOR DE RISCO PARA A DEMÊNCIA

Segundo a OMS¹ o número de pessoas com idade superior a 60 anos chegará a 2 bilhões de pessoas até 2050, representando um quinto da população mundial. De acordo com os dados do Ministério da Saúde, o Brasil, em 2016, tinha a quinta maior população idosa do mundo, e, em 2030, o número de idosos ultrapassaráContinuar lendo “PERDA AUDITIVA – UM FATOR DE RISCO PARA A DEMÊNCIA”

Tipos de exames que detectam a perda auditiva

Há mais de 400 anos foi descrito o uso do diapasão para avaliação da audição. O diapasão é um instrumento feito de aço, alumínio ou magnésio, em forma de “Y” que quando percutido, produz um harmônico do som fundamental, que rapidamente se extingue, de forma que o som torna-se de frequência simples. Este é uma ferramenta simples e rápida de detecção de perdas auditivas. Geralmente, usa-se os de 512 e 1024 Hz. Por meio desses, os testes mais utilizados são: WERBER e RINNE.